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Entrevistas : Psirico faz circuito com cantor angolano Dog Murras em Salvador
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| Enviado por Fernando em 25/02/2009 13:40:41 (2644 leituras) |
Psirico faz circuito com cantor angolano Dog Murras em Salvador
Músico estrangeiro dividiu o microfone com Marcio Victor na Barra-Ondina.
Psirico espera disputar o título de hit do carnaval com "Cole na corda".
Marcio
Victor, vocalista do Psirico, usou peruca durante a folia de carnaval
deste domingo, no circuito Dodô, em Salvador. Ele convidou o cantor
angolano Dog Murras para cantar com ele no trio elétrico na capital
baiana. Marcio Victor espera conquistar o título de melhor hit do
carnaval deste ano com a música "Cole na corda" (Foto: Edgar de
Souza/G1)
O
cantor angolano Dog Murras é convidado de Marcio Victor, do Psirico,
para participar do carnaval de Salvador (Foto: Edgar de Souza/G1)
Leia mais notícias de Carnaval
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Eventos : Kuduro no pé
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| Enviado por admin em 25/02/2009 13:38:07 (2836 leituras) |
Kuduro no pé
Cleidiana Ramos, do A TARDE
Thiago Teixeira/Agência A TARDE
O Kuduro virou uma das coqueluches do Carnaval deste ano por conta
do hit do Fantasmão: Isso não é samba/ Essa mania vem de Luanda/
Kuduro, Kuduro, Kuduro, Kuduro. Mas a intimidade baiana com a dança
importada de Angola é bem mais antiga do que a adoção do ritmo pelo
reino do pagode.
Em Plataforma, a Academia de Kuduro Baiano-Angola, que funciona de
forma itinerante, já divulga o ritmo pela cidade desde 2000. Durante a
folia de Momo em Salvador a turma do kuduro ganhou um reforço de peso:
o cantor angolano Yuri da Cunha que é especialista em outros ritmos
como o semba, mas que também toca o kuduro.
O kuduro nasceu em Angola como um ritmo de rua na década de 90.
Viveu um período de marginalização até que no ano passado virou moda no
país.
“Minha ligação com o kuduro começou em 2001 por meio de Dog Murras,
que divulgou o ritmo. O ano passado durante a minha apresentação na
festa de aniversário do presidente de Angola, José Eduardo dos Santos,
eu cantei o kuduro. O presidente cantou e dançou. No outro dia só se
falava nisso”, conta Yuri.
Molejo – O nome da dança remete realmente à forma
como o bumbum fica em alguns momentos da perfomance. Daí para a frente
é só ir mantendo o ritmo, mas, para ser leal à sinceridade, não é facil
ganhar o molejo dos experts como Bonês, Bela, Filomena e Yuri Barata,
que acompanham Yuri da Cunha ou Álvaro Di Amaro, Alda Valéria, Nadjara
e Sendji Fortunato, da Academia.
Mas vale dizer que o ritmo contagiante ajuda muito. “É uma dança
que é feita com elementos de outros ritmos, como o hip hop, com os
movimentos soltos ”, conta Sendji. Foram os seus pais que apresentaram
o ritmo a Álvaro.
“Isso foi em 1995. A gente começou pensando em fazer umas festas de
divulgação do kuduro. A coisa foi crescendo, acabou em um projeto
social e finalmente na Academia”, acrescenta.
Pagode – A longa história do kuduro fica ofuscada
diante da versão pagode que ela tomou a partir do ritmo de Fantasmão.
Embora a turma que o conheça de longas datas faça questão de destacar
que a forma pagodeira fica bem longe da original, a fama repentina está
ajudando na divulgação do verdadeiro formato do ritmo.
“Se tem este lado ruim da música ganhar as ruas numa versão que é
distante do que ela realmente é, tem o lado bom que é fazer com que as
pessoas sintam a curiosidade de saber o que é o kuduro de fato”,
completa Sendji.
E a participação de Yuri da Cunha no Carnaval- ele hoje ainda se
apresenta no Circuito Dodô (Bara-Ondina a partir de meia-noite- também
tem aberto espaço para que a Bahia conheça outros ritmos de além-mar
como o semba. Aos 28 anos, Yuri tem uma longa e premiada carreira
musical tanto em Angola como em Portugal.
“Eu agora estou pensando em investir também em ficar mais conhecido
aqui na Bahia”, conta o cantor. Neste Carnaval ele já fez participação
especial no trio e no camarote de Daniela Mercury, no camarote Lotus e
cantou com Alexandre Pires, ao lado de quem deseja realizar novos
projetos.
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Entrevistas : Márcio Victor traz protesto social e "verdadeiro kuduro" para a Barra
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| Enviado por Fernando em 25/02/2009 13:36:43 (2586 leituras) |
Márcio Victor traz protesto social e "verdadeiro kuduro" para a Barra
Lucas Cunha
Lider
e vocalista da banda Psirico, Márcio Victor aproveitou sua passagem
pelo início do circuito Dodô para fazer duas denúncias e trazer o
"verdadeiro kuduro", segundo suas palavras, do cantor angolano
Dogmurras.
A música do Carnaval deste ano do Psirico, "Cole na Corda", faz
referência ao cordeiros,aquelas pessoas que passam de cinco a sete
segurando a corda dos blocos no carnaval de Salvador.
"Soube da história de um cordeiro que estava com sede e pediu um pouco
da água de um associado (de um bloco) e o cara jogou o copo na cara
dele. Não podemos continuar tendo esse tipo de atitude com estas
pessoas importantes no nosso carnaval e, por isso, essa música é para
eles", disse Márcio.
O cantor do Psirico ainda deu uma dica de qual tema social ganhará uma
música sua para o próximo caranval: os catadores de lata.
"Quero aproveitar o momento e pedir para que não seja mais cobrada uma
taxa dos catadores de lata. Na verdade, nós é que deviamos pagar a eles
por esse trabalho importante que fazem no carnval. Governo e prefeitura
fizeram um bom trabalho no carnaval, mas podiam rever esse assunto. Eu
até já fiz uma música sobre isso, mas ela fica pro ano que vem".
No lado musical, a outra polêmica de Márcio Victor foi ao dar uma
cutucada nos colegas de pagode, ao dizer que trouxe o "verdadeiro
kuduro", com seu convidado, o já habituè do carnaval baiano, o angolano Dog Murras.
"Aqui, sim, é o kuduro original", disse Márcio, antes de cantarem a
música "Toda Boa", do Psirico, embalado pelo ritmo angolano que começa
a ter destaque internacional.
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Entrevistas : Psirico leva 'Mulher Salada de Fruta' para dançar no trio em Salvador
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| Enviado por Fernando em 25/02/2009 12:41:32 (3108 leituras) |
Psirico leva 'Mulher Salada de Fruta' para dançar no trio em Salvador
Marcio Victor apelidou a dançarina 'Big Neusa' pelo tamanho do bumbum.
Ela é angolana, tem 130 quilos e trabalha com o cantor Dog Murras.
Dançarina
angolana Big Neusa requebra seu 'corpinho' no ritmo kuduro no trio do
Psirico, em Salvador. O apelido de Mulher Salada de Fruta é por conta
dos crescente número de mulheres "bundudas" que receberam o nome de
frutas como apelido no Brasil (Foto: Edgar de Souza/G1)
Big
Neusa aproveita o carnaval de Salvador ao lado do cantor angolano Dog
Murras. Ela não se incomodou com o apelido dado por Marcio Victor
e rebolou sempre que foi preciso durante o circuito Dodô, nesta
terça-feira (Foto: Edgar de Souza/G1)
Big
Neusa confere seu carisma em meio aos foliões na corda do Psirico, em
Salvador, na noite desta terça-feira. Ela é angolana e veio ao Brasil
pela primeira vez (Foto: Edgar de Souza/G1)
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Entrevistas : Kuduro - A nova sensação do Brasil !
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| Enviado por Fernando em 23/02/2009 20:38:00 (2945 leituras) |
| O
melhor da swingueira do Brasil, você só
encontra aqui, no sambando.com! |
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| Kuduro - A nova sensação do Brasil ! |
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A
música Brasileira, tem a sua raiz na áfrica. De lá, juntamente com os
escravos, importamos a pegada do axé, o rítmo dos tambores e a dança
sensual que tanto encanta o mundo.
Na Bahia, principalmente, temos contato direto com esta nossa raiz afro.
E é justamente na Bahia que um novo rítmo vindo diretod e Angola, tem conquistado muita gente. O Kuduro.
Mas, o que é Kuduro? De onde ele vem?
O funk do morro, o hip hop do gueto. Quando a periferia resolve se
manifestar musicalmente, é certo que um batuque envolvente vai sair
dali. O kuduro começou nos musekes (bairros periféricos) de Angola,
país africano que fala a nossa língua, é prova da universalidade dessa
tendência. Esse nome, dado à dança e ao ritmo na década de 90, quer
dizer o que parece. Ku, para esse povo, é o mesmo que "bunda" para nós.
No caso, bunda dura.
Nem é preciso dizer que, apesar de engessado, o quadril -
principalmente os femininos e voluptuosos - é o símbolo do gênero
musical. Pouco se deslocam as ancas e muito se mexem as pernas e
braços. O corpo segue a batida grave e compassada do hip hop ou da
dance music, com passinhos característicos do break, acrescentando aos
poucos os remelexos típicos da dança africana, com direito a mão na
cintura, trancos com os ombros e jogo acelerado de pernas.
Pioneiro do kuduro, Tony Amado deixou um legado
cultural a dezenas de DJs, músicos e entusiastas de sua terra. Ele foi
ponte entre os Estados Unidos e Angola, quando trouxe
de lá fórmulas do ragga, além das bpm´s (batidas por minuto) baixas do
house, do techno e do hip hop. A forma de cantar segue a estrutura
cadenciada do rap e os tambores e outros instrumentos tradicionais da
região dão o tom africano, bem como elementos do samba influenciam
muitos dos ritmos populares brasileiros.
Apesar de já existir há mais de uma década, o kuduro não invadiu de jeito o Brasil.
Ele foi incorporado aos poucos nas discotecagens de DJs de funk carioca
e ao axé da Bahia. Grande representante atual dessa batida afro, Dog
Murras já tocou até em trios elétricos de Salvador. Ao lado de Tony e
outras quatro seguidores do gênero, Murras foi também personagem do
documentário Kuduro, Fogo no Museke,
idealizado e dirigido por Jorge António, em 2007. Além da apologia à
gostosura das mulheres, as letras do Dog Murras, que tem cinco álbuns
na bagagem, mostram a realidade miserável de sua pátria, tão dura
quanto seu português colonizado.
Kuduro no Mundo
Desde sempre, a divulgação do kuduro na Angola
é feita no boca a boca. Ou melhor, de candongueiro a candongueiro.
Típico no país, esse táxi que comporta até 12 pessoas é o maior ponto
de venda de discos. Foi numa dessas corridas que o ritmo vazou para os
outros continentes e caiu na bagagem de caras como o gringo Diplo, que
levou o ritmo às Américas (e às produções do rap senegalês de M.I.A), e
o britânico Sinden, que espalhou o suingue pelas baladas européias.
Até mesmo Portugal, que colonizou o país africano até 1975, se pegou
dançando o Kuduro. Maior representante do gênero em terras lusas, a
equipe Buraka Som Sistema (foto) faz bom uso do kuduro
para rimar sobre batidas eletrônicas. Um dos principais responsáveis
pela popularização do gênero no mundo, o trio formado pelos produtores
Lil John , DJ Riot e Conductor beberam do som dos morros cariocas, das
raízes africanas e do que há de mais tecnológico no universo hip hop e
dance do mundo. De toda essa influência saiu o que eles denominam
breakbeat, club e ghettotech.
No Brasil o Kuduro chegou para ficar. Na Bahia Dog Murras faz sucesso
com sua dança contagiante e cheia de energia. É como se fosse um
ingrediente a mais na receita energética da música baiana. E este
ingrediente a mais, está fazendo com que artistas como a banda Psirico
adotem o Kuduro em suas músicas e conquiste cada vez mais público.
O Psirico que já vem fazendo shows com músicas no rítmo do Kuduro
pretende gravar, para o próximo cd, um especial juntamente com Dog
Murras só com o rítmo Angolano.
Este intercambio cultural, faz com que a música brasileira fica ainda
mais rica e que as nossas raizes africanas fiquem ainda mais
valorizadas.
E
quem ganha com isso é você, que gosta do axé e que não dispensa uma
música com muito alto astral ao som dos tambores da Bahia e da música
afro brasileira.
Confira tudo em www.sambando.com
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Eventos : Psirico coloca gordinha para dançar 'Toda Boa'
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| Enviado por Fernando em 23/02/2009 15:28:57 (2731 leituras) |
Psirico coloca gordinha para dançar 'Toda Boa'
Bailarina cheinha remexe os quadris fartos e leva o público às gargalhadas
Renata Sakai
Enviada especial do EGO, em Salvador
No carnaval passado, o Psirico conquistou o hit do carnaval com a
música "Mulher Brasileia (Toda Boa)". Em 2009, a
canção ainda faz sucesso, mas para dar um "upgrade" na
performance o vocalista Márcio Vítor ganhou um reforço de peso.
Uma gorduchinha fica em cima do trio rebolando quando a banda
toca o sucesso. Ao remexer os quilinhos extras e ganhar uma
encoxadinha de Márcio, a cheinha leva o público às gargalhadas
no circuito Barra-Ondinha, em Salvador.
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Entrevistas : Dançarinos Angolanos Requebram no Carnaval
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| Enviado por Fernando em 22/02/2009 20:16:40 (2065 leituras) |
Salvador
20/02 - 20:21
No trio, dançarino do Kuduru se equilibra em barra de proteção para

Foto de Wellington Carvalho
requebrar
Grupo de dança da Angola faz a alegria dos foliões no circuito Barra-Ondina
Babado
O cantor Mário Vitor
comanda o bloco Alô Inter nesta sexta-feira (20) e tem convidados
especiais em cima do seu bloco: um grupo de dançarinos de Kuduru da
Angola. Para o delírio do povo, um deles subiu na barra de proteção do
trio e, com equilibrio invejável, requebrou sem parar e foi aplaudido.
Em frente ao camarote Contigo! Daniela Mercury, Mário chamou a promoter Lícia Fábio, que
estava na varanda do espaço para dançar Kuduru. Outro integrante do
grupo angolano se segurou na grade e, com o corpo para fora do trio,
fez os movimentos frenéticos da dança.
A principal dançarina do grupo, Big Neusa, que também estava no trio, tem 127 quilos.
Noticia retirada do site Babado
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Entrevistas : Márcio Victor participa de clipe angolano
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| Enviado por Fernando em 21/02/2009 17:54:07 (2160 leituras) |
segunda-feira, 4 de agosto de 2008
Por: Lisani Azevedo - lisani@portalibahia.com.br
Foto: Fredd Pontes
O cantor Márcio Victor está envolvido com a música angolana desde o
último Carnaval quando convidou o cantor Dog Murras para desfilar nos
circuitos da folia. Desde então, tem estudado e aprendido muito com as
músicas da África. Gravou, inclusive, a música Kuduro Sem Limites e tem
aprendido mais sobre o Semba, ritmo que deu origem ao que conhecemos
como samba.
Por isso, foi um dos convidados do clipe Semba Muloji. A canção, que
já está em 1º lugar em todas as rádios de Angola, é interpretada por
Márcio Victor, Dog Murras e Carlinhos Brown. Para o clipe foram
convidados ainda outros artistas como a cantora Larissa Luz, do
Araketu. As imagens foram gravadas no Estúdio A Ilha Produções, em
Salvador.
O trio promete grandes inovações com este trabalho que fará parte do
CD e DVD AngoBahiá, que trará as influências das raízes africanas na
cultura brasileira. O projeto será gravado em solo baiano no mês de
Setembro com uma forte parceria entre o músico angolano e os cantores
brasileiros.
Tags:Marcio Victor, Psirico
Publicado em Nem Te Conto
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Entrevistas : O Carnaval AngoBahia de Dog Murras
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Enviado por Fernando em 20/02/2009 12:32:48 (2300 leituras) |
Evidenciado e
consagrado em sua terra natal, Angola, o cantor e compositor Dog
Murras
ganha destaque no mundo por se caracterizar como um artista inovador
e pesquisador da musicalidade de matiz africana, incorporando-a a
outros ritmos, além de ser impulsionador de movimentos como o
Kuduro,
que vem a ser uma dança típica de Angola.
Nos últimos
cinco anos o músico visita Salvador, especificamente no período de
carnaval, e traz na bagagem toda a arte da musicalidade angolana, com
seus ritmos quentes repleto de musicalidade. Além disso, Dog Murras,
em parceria com os cantores Carlinhos Brown e Márcio Vitor, vem
divulgar o projeto intitulado “Angobahia”.
Segundo o artista, o projeto visa estabelecer um vínculo de corpo e
alma entre Angola e Brasil pela arte musical. Trabalhar as
influências africanas na cultura brasileira e o resgate dessas
raízes preservadas pelos baianos que ficaram no tempo para o povo
angolano. Nos planos dos artistas ainda conta a gravação do CD
Angobahia.
Em sua estada
no carnaval Dog Murras traz um elenco artístico especial que conta
com o DJ Znôbia, Mabaya, Gasolina e Big Neusa, que irão se
apresentar inicialmente nos trios Furacão da Bahia e Camarote
Andante, além de outras apresentações em festas e camarotes.
Durante todos os dias de folia momesca, Dog Murras estará divulgando
a cultura típica de uma parceria de sucesso que é a união da arte
musical do Brasil e de Angola, como forma de difusão da ligação
artística desses dois países.
Durante os seus
mais de dez anos de carreira artística, esse compositor e intérprete
angolano já atuou em vários palcos, quer nacionais como
internacionais, da Europa, América, África e Ásia. Dog Murras é
detentor de vários prêmios, entre os quais: dois Discos de Ouro na
editora portuguesa “Vidisco”, pelo sucesso de vendas dos álbuns
“Bué
Angolano”
(2004) e “Pátria
Nossa”
(2006). Dog Murras conta igualmente, com um Disco de Prata, atribuído
pela sua antiga editora (Zé Orlando), por ter vendido mais de 10 mil
cópias do CD "Natural
e Diferente",
seu segundo trabalho discográfico. O músico ainda possue no mercado
as obras, “Sui
Generis” (1999)
e “Kwata-Kwata”
(2007) e o CD/DVD DOG
MURRAS - KUDURO KAZUKUTA.
Atendimento
à Imprensa
Fábio
Salmeron
Assessoria
de Imprensa
71.
9212-0888 / 8820-0888 /
fabiosalmeron@yahoo.com.br
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Entrevistas : Oi parceiros!
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| Enviado por Fernando em 20/02/2009 12:15:53 (2302 leituras) |

O
músico angolano Dog Murras chega mais uma vez em Salvador para divulgar
o trabalho que está desenvolvendo com Carlinhos Brown e Márcio Vitor
que se chama Angobahia. Uma parceria artística e musical entre os dois
países. O músico irá se apresentar em Savador nos trios Alô Inter na
sexta e Bloco Furacão, domingo e terça. Além disso o artista é um dos
maiores divulgadores do estilo angolano intitulado Kuduro, que está
ganhando o mundo.
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Viagens : kazutuca angolano volta a ser evidenciado na edição 2009 do Carnaval de Salvador da Bahia
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| Enviado por Fernando em 09/02/2009 15:00:27 (2146 leituras) |
Pela
quinta vez consecutiva, o ritmo da kazutuca angolano volta a ser
evidenciado na edição 2009 do Carnaval de Salvador da Bahia pela mão do
músico Murtala Fançony Bravo de Oliveira, “Dog Murras”.
O músico Dog
Murras, que é um verdadeiro impulsionador do movimento kuduro que está
a conquistar todas as classes sociais, disse ao Jornal de Angola que
vai deslocar-se a Salvador da Bahia com um elenco artístico de luxo,
onde se destacam o DJ Znôbia, Mabaya, Gasolina e Big Neusa, dispostos a
fazerem furor em toda a Bahia.
O autor de “Pátria Nossa”, que está
de malas feitas para seguir à Bahia na próxima semana, garantiu que a
sua comitiva vai participar na maior festa popular de Salvador da
Bahia, de forma a homenagear a dança e os ritmos carnavalescos
angolanos.
De acordo com o músico, a comitiva angolana vai desfilar
nos trios Furacão da Bahia, Camarote Andante de Carlinhos Brown e
Feijoada de Margareth de Menezes, assim como no camarote da cantora
brasileira Daniela Mercury. A deslocação da caravana angolana conta com
o apoio da LS Produções, Dog Investimentos e Solida Corporation.
O
músico, que nos últimos cinco anos tem levado bem alto as cores da
bandeira nacional além-fronteiras através da arte de cantar, fará
apresentações para divulgar o seu trabalho em parceira com o brasileiro
Carlinhos Brown e Márcio Vítor, no âmbito do projecto “Angobahia”.
“Hoje
o kuduro está a conquistar todas as classes sociais e invadir as pistas
de dança de diversos clubes do Brasil, obrigando a cadeia televisiva TV
Record a promover um concurso em torno deste movimento”, frisou Dog
Murras, acrescentando que isto constitui um ganho para a música
angolana, em particular, e cultural nacional, em geral.
O projecto
“Angobahia” visa fortalecer ainda mais o intercâmbio cultural entre o
músico angolano Dog Murras e os cantores brasileiros Carlinhos Brown e
Marcio Victor, que data de 2004.
“O objectivo é estabelecer um
vínculo de corpo e alma entre Angola e Brasil pela arte musical.
Trabalhar as influências africanas na cultura brasileira e o resgate
dessas raízes preservadas pelos baianos que se ficaram no tempo para o
povo angolano”, garantiu Dog Murras.
Dog Muras tem no mercado cinco
obras discográficas, nomeadamente “Sui Generis” (1999), “Natural e
Diferente”, (2001), “Bué Angolano” (2003), “Pátria Nossa” (2005) e
“Kwata-Kwata”, (2007).
Durante os seus mais de dez anos de carreira
artística, esse compositor e intérprete angolano já actuou em vários
palcos, quer nacionais como internacionais, da Europa, América, África
e Ásia.
Dog Murras é detentor de vários prémios nacionais e
internacionais, entre os quais, dois Discos de Ouro na editora
portuguesa “Vidisco”, pelo sucesso de vendas dos álbuns “Bué Angolano”
(2004) e “Pátria Nossa” (2006).
No seu palmarés, Dog Murras conta
igualmente, com um Disco de Prata, atribuído pela sua antiga editora
(Zé Orlando), por ter vendido mais de 10 mil cópias do CD "Natural e
Diferente", seu segundo trabalho discográfico.
Nascido aos 17 de
Fevereiro de 1977 em Luanda, Angola, Murthala Fançony Bravo de
Oliveira, iniciou a sua carreira musical na África do Sul, país onde
esteve a frequentar o curso de Belas Artes em Joanesburgo.
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Entrevistas : DOG MURRAS NO CARNAVAL DA BAHIA 2009
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| Enviado por Fernando em 22/01/2009 13:02:12 (1954 leituras) |
DOG MURRAS NO CARNAVAL DA BAHIA 2009
PELA QUINTA VEZ CONSECUTIVA O MUSICO ANGOLANO VAI DEFENDER AS CORES DA BANDEIRA DA SUA PÁTRIA NA BAHIA.
O MÚSICO QUE É NA VERDADE O VERDADEIRO IMPULSIONADOR DO MOVIMENTO KUDURO QUE VEM CONQUISTANDO TODAS AS CLASSES
SOCIAIS,
E INVADINDO AS PISTAS DE DANÇA DE DIVERSOS CLUBES DO BRASIL, OBRIGANDO
A CADEIA TELEVISIVA TV RECORD A PROMOVER UM CONCURSO EM TORNO DESTE
MOVIMENTO, VAI PARA A BAHIA LEVANDO O SEU TIME ARRASADOR: DJ ZNOBIA,
MABAYA, GASOLINA E BIG NEUSA, DISPOSTOS A
FAZEREM FUROR E "PARTIR A LOIÇA" EM TODA BAHIA, COMO É PRAXE.
Dog fará apresentações divulgando seu trabalho em parceria com Carlinhos Brow e Marcio Vitor, o projeto "AngoBahiá".
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