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Entrevistas : Psirico faz circuito com cantor angolano Dog Murras em Salvador
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| Enviado por Fernando em 25/02/2009 13:40:41 (4443 leituras) |
Psirico faz circuito com cantor angolano Dog Murras em Salvador
Músico estrangeiro dividiu o microfone com Marcio Victor na Barra-Ondina.
Psirico espera disputar o título de hit do carnaval com "Cole na corda".
Marcio
Victor, vocalista do Psirico, usou peruca durante a folia de carnaval
deste domingo, no circuito Dodô, em Salvador. Ele convidou o cantor
angolano Dog Murras para cantar com ele no trio elétrico na capital
baiana. Marcio Victor espera conquistar o título de melhor hit do
carnaval deste ano com a música "Cole na corda" (Foto: Edgar de
Souza/G1)
O
cantor angolano Dog Murras é convidado de Marcio Victor, do Psirico,
para participar do carnaval de Salvador (Foto: Edgar de Souza/G1)
Leia mais notícias de Carnaval
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Entrevistas : Márcio Victor traz protesto social e "verdadeiro kuduro" para a Barra
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| Enviado por Fernando em 25/02/2009 13:36:43 (4144 leituras) |
Márcio Victor traz protesto social e "verdadeiro kuduro" para a Barra
Lucas Cunha
Lider
e vocalista da banda Psirico, Márcio Victor aproveitou sua passagem
pelo início do circuito Dodô para fazer duas denúncias e trazer o
"verdadeiro kuduro", segundo suas palavras, do cantor angolano
Dogmurras.
A música do Carnaval deste ano do Psirico, "Cole na Corda", faz
referência ao cordeiros,aquelas pessoas que passam de cinco a sete
segurando a corda dos blocos no carnaval de Salvador.
"Soube da história de um cordeiro que estava com sede e pediu um pouco
da água de um associado (de um bloco) e o cara jogou o copo na cara
dele. Não podemos continuar tendo esse tipo de atitude com estas
pessoas importantes no nosso carnaval e, por isso, essa música é para
eles", disse Márcio.
O cantor do Psirico ainda deu uma dica de qual tema social ganhará uma
música sua para o próximo caranval: os catadores de lata.
"Quero aproveitar o momento e pedir para que não seja mais cobrada uma
taxa dos catadores de lata. Na verdade, nós é que deviamos pagar a eles
por esse trabalho importante que fazem no carnval. Governo e prefeitura
fizeram um bom trabalho no carnaval, mas podiam rever esse assunto. Eu
até já fiz uma música sobre isso, mas ela fica pro ano que vem".
No lado musical, a outra polêmica de Márcio Victor foi ao dar uma
cutucada nos colegas de pagode, ao dizer que trouxe o "verdadeiro
kuduro", com seu convidado, o já habituè do carnaval baiano, o angolano Dog Murras.
"Aqui, sim, é o kuduro original", disse Márcio, antes de cantarem a
música "Toda Boa", do Psirico, embalado pelo ritmo angolano que começa
a ter destaque internacional.
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Entrevistas : Psirico leva 'Mulher Salada de Fruta' para dançar no trio em Salvador
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| Enviado por Fernando em 25/02/2009 12:41:32 (4981 leituras) |
Psirico leva 'Mulher Salada de Fruta' para dançar no trio em Salvador
Marcio Victor apelidou a dançarina 'Big Neusa' pelo tamanho do bumbum.
Ela é angolana, tem 130 quilos e trabalha com o cantor Dog Murras.
Dançarina
angolana Big Neusa requebra seu 'corpinho' no ritmo kuduro no trio do
Psirico, em Salvador. O apelido de Mulher Salada de Fruta é por conta
dos crescente número de mulheres "bundudas" que receberam o nome de
frutas como apelido no Brasil (Foto: Edgar de Souza/G1)
Big
Neusa aproveita o carnaval de Salvador ao lado do cantor angolano Dog
Murras. Ela não se incomodou com o apelido dado por Marcio Victor
e rebolou sempre que foi preciso durante o circuito Dodô, nesta
terça-feira (Foto: Edgar de Souza/G1)
Big
Neusa confere seu carisma em meio aos foliões na corda do Psirico, em
Salvador, na noite desta terça-feira. Ela é angolana e veio ao Brasil
pela primeira vez (Foto: Edgar de Souza/G1)
Leia mais notícias de Carnaval
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Entrevistas : Kuduro - A nova sensação do Brasil !
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| Enviado por Fernando em 23/02/2009 20:38:00 (4807 leituras) |
| O
melhor da swingueira do Brasil, você só
encontra aqui, no sambando.com! |
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| Kuduro - A nova sensação do Brasil ! |
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A
música Brasileira, tem a sua raiz na áfrica. De lá, juntamente com os
escravos, importamos a pegada do axé, o rítmo dos tambores e a dança
sensual que tanto encanta o mundo.
Na Bahia, principalmente, temos contato direto com esta nossa raiz afro.
E é justamente na Bahia que um novo rítmo vindo diretod e Angola, tem conquistado muita gente. O Kuduro.
Mas, o que é Kuduro? De onde ele vem?
O funk do morro, o hip hop do gueto. Quando a periferia resolve se
manifestar musicalmente, é certo que um batuque envolvente vai sair
dali. O kuduro começou nos musekes (bairros periféricos) de Angola,
país africano que fala a nossa língua, é prova da universalidade dessa
tendência. Esse nome, dado à dança e ao ritmo na década de 90, quer
dizer o que parece. Ku, para esse povo, é o mesmo que "bunda" para nós.
No caso, bunda dura.
Nem é preciso dizer que, apesar de engessado, o quadril -
principalmente os femininos e voluptuosos - é o símbolo do gênero
musical. Pouco se deslocam as ancas e muito se mexem as pernas e
braços. O corpo segue a batida grave e compassada do hip hop ou da
dance music, com passinhos característicos do break, acrescentando aos
poucos os remelexos típicos da dança africana, com direito a mão na
cintura, trancos com os ombros e jogo acelerado de pernas.
Pioneiro do kuduro, Tony Amado deixou um legado
cultural a dezenas de DJs, músicos e entusiastas de sua terra. Ele foi
ponte entre os Estados Unidos e Angola, quando trouxe
de lá fórmulas do ragga, além das bpm´s (batidas por minuto) baixas do
house, do techno e do hip hop. A forma de cantar segue a estrutura
cadenciada do rap e os tambores e outros instrumentos tradicionais da
região dão o tom africano, bem como elementos do samba influenciam
muitos dos ritmos populares brasileiros.
Apesar de já existir há mais de uma década, o kuduro não invadiu de jeito o Brasil.
Ele foi incorporado aos poucos nas discotecagens de DJs de funk carioca
e ao axé da Bahia. Grande representante atual dessa batida afro, Dog
Murras já tocou até em trios elétricos de Salvador. Ao lado de Tony e
outras quatro seguidores do gênero, Murras foi também personagem do
documentário Kuduro, Fogo no Museke,
idealizado e dirigido por Jorge António, em 2007. Além da apologia à
gostosura das mulheres, as letras do Dog Murras, que tem cinco álbuns
na bagagem, mostram a realidade miserável de sua pátria, tão dura
quanto seu português colonizado.
Kuduro no Mundo
Desde sempre, a divulgação do kuduro na Angola
é feita no boca a boca. Ou melhor, de candongueiro a candongueiro.
Típico no país, esse táxi que comporta até 12 pessoas é o maior ponto
de venda de discos. Foi numa dessas corridas que o ritmo vazou para os
outros continentes e caiu na bagagem de caras como o gringo Diplo, que
levou o ritmo às Américas (e às produções do rap senegalês de M.I.A), e
o britânico Sinden, que espalhou o suingue pelas baladas européias.
Até mesmo Portugal, que colonizou o país africano até 1975, se pegou
dançando o Kuduro. Maior representante do gênero em terras lusas, a
equipe Buraka Som Sistema (foto) faz bom uso do kuduro
para rimar sobre batidas eletrônicas. Um dos principais responsáveis
pela popularização do gênero no mundo, o trio formado pelos produtores
Lil John , DJ Riot e Conductor beberam do som dos morros cariocas, das
raízes africanas e do que há de mais tecnológico no universo hip hop e
dance do mundo. De toda essa influência saiu o que eles denominam
breakbeat, club e ghettotech.
No Brasil o Kuduro chegou para ficar. Na Bahia Dog Murras faz sucesso
com sua dança contagiante e cheia de energia. É como se fosse um
ingrediente a mais na receita energética da música baiana. E este
ingrediente a mais, está fazendo com que artistas como a banda Psirico
adotem o Kuduro em suas músicas e conquiste cada vez mais público.
O Psirico que já vem fazendo shows com músicas no rítmo do Kuduro
pretende gravar, para o próximo cd, um especial juntamente com Dog
Murras só com o rítmo Angolano.
Este intercambio cultural, faz com que a música brasileira fica ainda
mais rica e que as nossas raizes africanas fiquem ainda mais
valorizadas.
E
quem ganha com isso é você, que gosta do axé e que não dispensa uma
música com muito alto astral ao som dos tambores da Bahia e da música
afro brasileira.
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Entrevistas : Dançarinos Angolanos Requebram no Carnaval
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| Enviado por Fernando em 22/02/2009 20:16:40 (3595 leituras) |
Salvador
20/02 - 20:21
No trio, dançarino do Kuduru se equilibra em barra de proteção para

Foto de Wellington Carvalho
requebrar
Grupo de dança da Angola faz a alegria dos foliões no circuito Barra-Ondina
Babado
O cantor Mário Vitor
comanda o bloco Alô Inter nesta sexta-feira (20) e tem convidados
especiais em cima do seu bloco: um grupo de dançarinos de Kuduru da
Angola. Para o delírio do povo, um deles subiu na barra de proteção do
trio e, com equilibrio invejável, requebrou sem parar e foi aplaudido.
Em frente ao camarote Contigo! Daniela Mercury, Mário chamou a promoter Lícia Fábio, que
estava na varanda do espaço para dançar Kuduru. Outro integrante do
grupo angolano se segurou na grade e, com o corpo para fora do trio,
fez os movimentos frenéticos da dança.
A principal dançarina do grupo, Big Neusa, que também estava no trio, tem 127 quilos.
Noticia retirada do site Babado
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Entrevistas : Márcio Victor participa de clipe angolano
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| Enviado por Fernando em 21/02/2009 17:54:07 (4006 leituras) |
segunda-feira, 4 de agosto de 2008
Por: Lisani Azevedo - lisani@portalibahia.com.br
Foto: Fredd Pontes
O cantor Márcio Victor está envolvido com a música angolana desde o
último Carnaval quando convidou o cantor Dog Murras para desfilar nos
circuitos da folia. Desde então, tem estudado e aprendido muito com as
músicas da África. Gravou, inclusive, a música Kuduro Sem Limites e tem
aprendido mais sobre o Semba, ritmo que deu origem ao que conhecemos
como samba.
Por isso, foi um dos convidados do clipe Semba Muloji. A canção, que
já está em 1º lugar em todas as rádios de Angola, é interpretada por
Márcio Victor, Dog Murras e Carlinhos Brown. Para o clipe foram
convidados ainda outros artistas como a cantora Larissa Luz, do
Araketu. As imagens foram gravadas no Estúdio A Ilha Produções, em
Salvador.
O trio promete grandes inovações com este trabalho que fará parte do
CD e DVD AngoBahiá, que trará as influências das raízes africanas na
cultura brasileira. O projeto será gravado em solo baiano no mês de
Setembro com uma forte parceria entre o músico angolano e os cantores
brasileiros.
Tags:Marcio Victor, Psirico
Publicado em Nem Te Conto
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Entrevistas : O Carnaval AngoBahia de Dog Murras
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Enviado por Fernando em 20/02/2009 12:32:48 (3737 leituras) |
Evidenciado e
consagrado em sua terra natal, Angola, o cantor e compositor Dog
Murras
ganha destaque no mundo por se caracterizar como um artista inovador
e pesquisador da musicalidade de matiz africana, incorporando-a a
outros ritmos, além de ser impulsionador de movimentos como o
Kuduro,
que vem a ser uma dança típica de Angola.
Nos últimos
cinco anos o músico visita Salvador, especificamente no período de
carnaval, e traz na bagagem toda a arte da musicalidade angolana, com
seus ritmos quentes repleto de musicalidade. Além disso, Dog Murras,
em parceria com os cantores Carlinhos Brown e Márcio Vitor, vem
divulgar o projeto intitulado “Angobahia”.
Segundo o artista, o projeto visa estabelecer um vínculo de corpo e
alma entre Angola e Brasil pela arte musical. Trabalhar as
influências africanas na cultura brasileira e o resgate dessas
raízes preservadas pelos baianos que ficaram no tempo para o povo
angolano. Nos planos dos artistas ainda conta a gravação do CD
Angobahia.
Em sua estada
no carnaval Dog Murras traz um elenco artístico especial que conta
com o DJ Znôbia, Mabaya, Gasolina e Big Neusa, que irão se
apresentar inicialmente nos trios Furacão da Bahia e Camarote
Andante, além de outras apresentações em festas e camarotes.
Durante todos os dias de folia momesca, Dog Murras estará divulgando
a cultura típica de uma parceria de sucesso que é a união da arte
musical do Brasil e de Angola, como forma de difusão da ligação
artística desses dois países.
Durante os seus
mais de dez anos de carreira artística, esse compositor e intérprete
angolano já atuou em vários palcos, quer nacionais como
internacionais, da Europa, América, África e Ásia. Dog Murras é
detentor de vários prêmios, entre os quais: dois Discos de Ouro na
editora portuguesa “Vidisco”, pelo sucesso de vendas dos álbuns
“Bué
Angolano”
(2004) e “Pátria
Nossa”
(2006). Dog Murras conta igualmente, com um Disco de Prata, atribuído
pela sua antiga editora (Zé Orlando), por ter vendido mais de 10 mil
cópias do CD "Natural
e Diferente",
seu segundo trabalho discográfico. O músico ainda possue no mercado
as obras, “Sui
Generis” (1999)
e “Kwata-Kwata”
(2007) e o CD/DVD DOG
MURRAS - KUDURO KAZUKUTA.
Atendimento
à Imprensa
Fábio
Salmeron
Assessoria
de Imprensa
71.
9212-0888 / 8820-0888 /
fabiosalmeron@yahoo.com.br
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Entrevistas : Oi parceiros!
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| Enviado por Fernando em 20/02/2009 12:15:53 (3842 leituras) |

O
músico angolano Dog Murras chega mais uma vez em Salvador para divulgar
o trabalho que está desenvolvendo com Carlinhos Brown e Márcio Vitor
que se chama Angobahia. Uma parceria artística e musical entre os dois
países. O músico irá se apresentar em Savador nos trios Alô Inter na
sexta e Bloco Furacão, domingo e terça. Além disso o artista é um dos
maiores divulgadores do estilo angolano intitulado Kuduro, que está
ganhando o mundo.
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Entrevistas : DOG MURRAS NO CARNAVAL DA BAHIA 2009
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| Enviado por Fernando em 22/01/2009 13:02:12 (3408 leituras) |
DOG MURRAS NO CARNAVAL DA BAHIA 2009
PELA QUINTA VEZ CONSECUTIVA O MUSICO ANGOLANO VAI DEFENDER AS CORES DA BANDEIRA DA SUA PÁTRIA NA BAHIA.
O MÚSICO QUE É NA VERDADE O VERDADEIRO IMPULSIONADOR DO MOVIMENTO KUDURO QUE VEM CONQUISTANDO TODAS AS CLASSES
SOCIAIS,
E INVADINDO AS PISTAS DE DANÇA DE DIVERSOS CLUBES DO BRASIL, OBRIGANDO
A CADEIA TELEVISIVA TV RECORD A PROMOVER UM CONCURSO EM TORNO DESTE
MOVIMENTO, VAI PARA A BAHIA LEVANDO O SEU TIME ARRASADOR: DJ ZNOBIA,
MABAYA, GASOLINA E BIG NEUSA, DISPOSTOS A
FAZEREM FUROR E "PARTIR A LOIÇA" EM TODA BAHIA, COMO É PRAXE.
Dog fará apresentações divulgando seu trabalho em parceria com Carlinhos Brow e Marcio Vitor, o projeto "AngoBahiá".
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Entrevistas : Dog Murras no programa da Marilia Gabriela
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| Enviado por Fernando em 10/11/2008 16:57:29 (3345 leituras) |
Dog Murras é convidado para ser entrevistado no programa da Marilia Gabriela.
O evento ocorrerá em Salvador Bahia no dia 27 de novembro.
Dog falará sobre o lançamento do CD em parceria com Carlinhos Brow e Marcio Vitor e do trabalho social envolvido.
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Entrevistas : Em Zaragosa - Espanha 2008
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| Enviado por Fernando em 03/08/2008 14:50:00 (3517 leituras) |
Dog Murras representará Angola em Zaragosa – Espanha na Expo
Zaragosa 2008.
Sua participação marca a
presença da cultura jovem de Angola.
Murras promete levantar a galera com sua força e
musicalidade.
1º Dog fará um Show no dia 04 de agosto no Centro Plaza Aragon.
2º Show no Escenario de Lãs Culturas encerrando os festejos
do dia do Pavilhão de Angola na Expo.
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Entrevistas : Dog Murras é Premiado pelo Ministério da Cultura
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| Enviado por Fernando em 29/01/2008 12:49:07 (3604 leituras) |
Mincult distingue hoje figuras que ajudaram a divulgar a cultura nacional
Adriano de Melo |
As figuras individuais e colectivas que ao longo do ano transacto deram
um grande contributo em prol do desenvolvimento da cultura, nos seus
mais diversos estratos, através do exercício das suas ocupações, serão
distinguidas hoje, a partir das 17H30 no Hotel Alvalade, em Luanda,
pelo Ministério da Cultura (Mincult), com Diplomas de Mérito e de Honra.
Entre os nomes seleccionados pelo ministério para receberem Diplomas de
Mérito constam os dos escritores Dario de Melo e Cremilda de Lima, cuja
qualidade estética e educativa dos seus trabalhos no campo da
literatura infantil levaram-lhes a representar o país no Prémio
Literário Astrid Lindgren-2008, instituído pelo Governo sueco, com o
intuito de reconhecer e valorizar este género de produção literária.
O duo de trovadores composto pelos conhecidos Irmãos Kafala, que
durante anos tem feito uma ampla divulgação da trova angolana, quer no
país quer no exterior, a cantora Dina Santos, uma das mais conceituadas
compositoras e fomentadoras do semba são outros dos indicados para
receberem Diplomas de Mérito.
Assim como estes dois músicos, também fazem parte da lista o kuduristas
Dog Murras, que com o seu último trabalho discográfico "Kwata-Kwata",
procurou levar à arena internacional algumas das raízes e dos valores
nacionais dentro de um ritmo moderno como o kuduro e a cantora Alice
Berenguel, cujo trabalho no campo da música infantil e sua divulgação
foi bastante notória nos espectáculos por ela promovido ou em que
participou.
Para encerrar a lista das figuras singulares e colectivas que, de
maneira significativa, com a sua acção têm contribuído para a
preservação e divulgação da cultura nacional, o Mincult vai também
homenagear com um Diploma de Mérito a Galeria Celamar de Arte, uma das
poucas instituições do género do país, que tem ajudado muito no fomento
das belas artes angolanas, bem como de alguns novos valores desta área.
Das inúmeras individualidades pesquisadas pelo Mincult devido ao seu
contributo, o Centro Re-creativo e Cultural Kilamba surge como a mais
indicada para receber o Diploma de Honra, pelo facto de ter acolhido e
promovido no seu espaço, ao longo de todo o ano de 2007, todo um leque
de actividades culturais, que ajudaram a preservar e difundir,
principalmente, a música e o teatro angolano.
As distinções, obtidas em despachos assinados pelo ministro da Cultura,
Boaventura Cardoso, com base no n.º 3 do artigo 114 da Lei
Constitucional e dos artigos 1°, 2° e 3° do Decreto - Lei n.º 7/03 de 6
de Junho, demonstram a intenção do Mincult em reconhecer e prestigiar a
acção dos diversos agentes culturais ao longo do ano de 2007.
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Entrevistas : Rectrospectiva 2004: Criatividade e patriotismo consagram Dog Murras
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| Enviado por Fernando em 29/01/2008 12:36:25 (4300 leituras) |
Rectrospectiva 2004: Criatividade e patriotismo consagram Dog Murras
| Foto/Angop |
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| Músico angolano Murthala de Oliveira |
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Luanda, 05/01 - A criatividade e o patriotismo
harmoniosamente "acasalados" nas letras, músicas e ritmos do cantor
angolano Murthala de Oliveira "Dog Murras" fizeram do artista um dos
mais ouvidos e aplaudidos no país e no estrangeiro, o que lhe valeu um
disco de ouro em 2004 fruto da sua terceira obra "Bué Angolano".
Dog Murras faz do estilo musical ku-duro uma arma poderosa,
principalmente no seu CD mais referenciado "Bué Angolano", para exaltar
valores fundamentais como amor à pátria, respeito ao próximo, dignidade
e responsabilidade na direcção dos sectores públicos, entre outros.
Murthala de Oliveira é um dos poucos cantores, um dos principais
mentores do ritmo ku-duro, que reúne consenso da crítica jonalistica,
pessoas adultas, jovens e crianças, devido à sua linguagem musical bem
educada e orientada, assim como letras bem conseguidas de um estilo
bastante conflituoso e polémico.
A sua grande capacidade de criar, aliada ao seu talento melódico
permitem ao cantor inovar, ou seja, fugir a forma de cantar dos outros
artistas do mesmo estilo, misturando o ritmo ku-duro com o semba,
kilapanga, rebita, zouk, rap que resulta numa bela combinação musical.
O disco de ouro, recebido em Portugal devido à venda de mais de 20 mil
cópias em Angola e no estrangeiro, constituiu um orgulho e
responsabilidade para o cantor que considerou bastante difícil tal
proeza nesses tempos, dado o aumento da pirataria discográfica no mundo
e por enveredar por um estilo ainda pouco aceite, principalmente entre
as pessoas adultas.
A propósito da pirataria, Dog realizou, juntamente com agentes da ordem
pública, uma empreitada contra a venda de discos falsos. Na ocasião
percorreu os principais mercados da cidade de Luanda, como Roque
Santeiro, Congolenses, São Paulo, Kwanzas, entre outros, tendo sido
apreendido e destruído grandes lotes de CD. Na altura disse que a sua
acção não era movida pelo dinheiro, mas para a valorização dos artistas
e da própria cultura nacional.
Agostinho Neto, primeiro presidente e fundador da República de Angola,
Fidel de Castro, presidente de Cuba, Nelson Mandela, ex-presidente da
África do Sul e Che Guevara "Ché", combatente revolucionário
internacional e comandante de guerrilha, este sobretudo, são os grandes
ídolos de Dog Murras e sua fonte de inspiração pois que representam o
patriotismo e a luta pela causa dos povos oprimidos. É nesta senda que
o artista se apresenta em palco com indumentárias com estampa da
bandeira da República de Angola e posteres de "Ché".
As qualidades artísticas do autor dos discos "Suis Generis", "Natural e
Diferente" e "Bué Angolano" já ultrapassaram as fronteiras nacionais, o
que fazem dele uma estrela no estrangeiro, ou seja, em países como
Portugal, Cabo-Verde, São-Tomé e Príncipe, Guiné Bissau, Moçambique,
África do Sul, Namíbia entre outros, onde tem sido bastante solicitado
para shows.
2004 foi também um ano de afirmação a nível internacional do artista que cantou "Nosso é nosso".
Além de receber o disco de ouro em Portugal, Dog Murras participou
ainda no carnaval daquele país, bem como abriu o espectáculo do
conceituado grupo musical antilhano Kassav, em terras lusa, e
abrilhantou um show em Moçambique, por ocasião do dia da independência
daquele país do Índico.
Ainda neste ano, o autor do sucesso "Sonho de um
angolano" foi convidado pela cadeia de Televisão sul africana Chanel O,
para entrevista e mostra dos seus vídeos clips; participou em
espectáculos de grande dimensão em Cabo-Verde, Guiné Bissau, Itália e
Inglaterra.
O cantor iniciou a sua carreira artística como repper ainda na África
do sul, onde se encontrava a estudar. Diz que esta troca deveu-se ao
facto de se sentir melhor neste estilo, mas como o mundo musical não
têm fronteiras e reserva muitas surpresas, aconselhou para as pessoas
não se espantarem se um dia vier a cantar kizomba, rap ou coladeira.
Dog
Murras, que trocou o curso de Belas Artes pela música, é um
investigador e interessado pela cultura dos outros povos, no que toca a
estilos musicais visto que escuta de tudo um pouco, desde a sacra à
folclórica, passando pelos ritmos antilhanos, cubanos, jazz, europeus,
africanos, tradicional, entre outros.
Nos seus vinte e sete anos, a estrela do ku-duro tem um sentindo
crítico e olhar optimista no que tange à realidade da música nacional,
afirmando que está bem encaminhada e que nos últimos tempos assiste-se
a grandes progressos neste campo, onde os artistas nacionais têm sabido
se impor através do seu talento, assim como contornar várias situações
menos abonatórias, o que impõe investimentos na formação do homem e a
maior valorização do produto nacional.
Dog Murras é defensor da necessidade dos órgãos de comunicação social
passarem cada vez mais música nacional, bem como a criação de mais
prémios e concursos para descoberta de novos valores e consagração dos
artistas mais renomados no mercado.
Dog Murras iniciou-se no campo da música ainda criança, influenciado
pelo seu pai, que o persuadiu a gostar do agrupamento antilhano Kassav
e do artista angolano David Zé.
Anos depois, ruma para a África do Sul onde frequentou o curso de belas
artes, tendo começado de imediato a pesquisar novos ritmos,
principalmente aqueles tocados por B.B. King, Luciano Pavaroti e 2 Pac.
Naquele país, Murras aprendeu a tocar o estilo "raga mufin" e realizou
várias animações em discotecas locais, interpretando esse mesmo género
musical. Apesar de ter apenas três discos no mercado fonográfico, Dog
Murras, natural de Luanda, é considerado pela crítica como um dos
artistas de maior expressão e popularidade da música angolana jovem do
pós-independência.
Notabilizou-se no país
nos finais da década de 90, com o lançamento do álbum "Sui Generis"
(2000) e mais tarde colocou no mercado o "Natural e Diferente" (2001).
O grande sucesso, porém, surgiu com o "Bué Angolano", evidenciado pela
maturidade e forças temático-rítmica e informativa do ku-duro. A título
de exemplo, Dog Murras vendeu em dois dias cinco mil discos, na
portaria da Rádio Nacional de Angola, em Luanda, números que
constituíram na época record de venda de CD naquele local.
Por: Sebastião Dias
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Entrevistas : RNA nega censura a Dog Murras
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| Enviado por Fernando em 29/01/2008 12:32:18 (4361 leituras) |
RNA nega censura a Dog Murras Semanário Angolense
Na
sequência das informações postas a circular recentemente por vários
órgãos de imprensa, entre os quais o Semanário Angolense, os
responsáveis da Rádio Nacional de Angola analisaram numa das reuniões
do seu Conselho Editorial a aludida censura de que terá sido alvo a
música «Angola Bwé de Caras», do cantor Dog Murras, por parte desta
emissora.
Depois de algumas várias abordagens da questão, os próprios
responsáveis da única emissora estatal do país que estiveram no
encontro, concluíram que nem sequer tinham escutado a música, razão
pela qual nunca poderia ter sido censurada. Provavelmente, terá sido
este desconhecimento que fez com ela nunca passasse nas antenas da Rna.
Mas, se era desconhecida para a maior parte do público, após a
publicação das notícias sobre a suposta censura ela começou a ser
escutada em quase todos os cantos. E os principais concorrentes da
Rádio Nacional de Angola, como as rádios Ecclésia e Despertar não
perderam tempo em divulga-la para o conhecimento daqueles que nunca
tinham ouvido a música.
«Angola Bwé de Caras» é uma canção onde o músico parece retratar aquilo
que para ele e muitos angolanos é a realidade social de Angola, um país
de contrastes, onde abundam muitas riquezas e ao mesmo tempo muitas
doenças.
Um país com herdeiros milionários que nunca fazem nada e um povo que
«bumba» muito mas não tem nada. Em suma, um país que é mau para os
próprios angolanos, mas bom para a elite governante e proveitoso para
todos os estrangeiros que nele aportam.
Jan 20, 22:34
Fonte:Semanário Angolense
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